mercredi, mars 14, 2007

| Volver al VERANO !

Estes dias de [ não intenso.. ] calor inspiram a um regresso aqele tempo maravilhoso qe é o do Verão (: Relembrar aqelas frases qentes como " Veraneamos contigo " e " Hechale el gasoil ", ou " Voy a pegar una esqiada " ou até.. " La cabeza es para pensar " [ pois claro.. esta não podia faltar ;p ].
Ou seja.. isto só reflecte a minha excessiva vontade de cachondeo na eterna cidade do Verão, qe é Benidorm..

Bem, esta fotografia de nós os seis [ o dobradinho é o meu primo Qigass qe não cabia debaixo da cauda da baleia ] ilustra a nossa medonha aventura na Terra Natura. Inicialmente íamos nadar com tubarões, mas afinal eles eram simples tubarinhas.. e esta estátua é mais assustadora do qe aqeles 3 bichinhos juntos, mesmo qe fosse à noite, numas águas geladas.. enfim !

Vaya a Benidorm ! !

Besazos *

mardi, mars 13, 2007

Volver a la infancia



There is a lot to be said for being an adult

[ Cristina, Grey's Anatomy ]

E é por isso qe, às vezes, voltar às bases, àqelas qe tantas vezes odiei e qis passar à frente para nunca mais lembrar, é dizer grande parte dessa indecisão entre a responsabilidade e o desinteresse.

Ambições.. Desejos.. Projectos..

Fama.. Dinheiro..

Pessoas..

Tudo à minha volta se multiplica, toma proporções assustadoras. Mas quando transponho um portão qe costumava preferir não ter de ver, à minha frente erguem.se pinturas, trabalhos, contas, passeios, viagens. E, apesar de não deixar de ser o qe sou agora, compreendo por qe o sou.

vendredi, mars 02, 2007

Guardo um olhar qe parecia tão perto..



















Meia.noite e nenhuma luz alimentava aqele jardim ladeado por peqenos arbustos qe lá cresceram por acaso- talvez com algum cuidado pela parte dos donos da casa; não demaisado, mas o suficiente para, num fim de tarde de Verão poderem, através dos vidros do salão, cheirar o verde.
Suaves gotas de chuva caíam de uma nuvem escondida, trazendo músicas distantes e beijos perdidos. Cintilantes. Longe dos meus olhos [ qe se mantinham resolutamente cerrados ] palavras de paixão e gestos de ternura eram, como o fogo abrasador da lareira testemunhava, entregues a um outro alguém.

Tinham.me sido prometidos...

Era um erro ?
Para mim era, e aqelas peqenas lágrimas qe se confundiam com as minhas pretendiam fazer o papel do amigo qe não estava lá. Abraçavam.me. Davam.me as mãos e tentavam empurrar.me dali para fora. Mas as imagens qe os meus olhos se recusavam a ver impunham a sua evidência.
Imediatamente todo o meu corpo era uma gota doce, salgada e amarga.
Ouvi chamarem.me.
Sentei.me em frente à lenha qe ardia contente e senti uma expressão inquiridora fixar.me, o qe me obrigou a virar.me.
Forcei um sorriso e voltei a olhar o fogo.
Lá dentro.. recomeçou a chover..
Je vis dans un petit coin de Paradis