Dentro da tenda em frente ao Corte Inglés, subiu ao palco o Joel Xavier, com a guitarra a tocar Jazz português e brasileiro. A sua maneira de tocar é, inegavelmente, original, embora, ao fim de 1 hora a ouvir o mesmo tema- embora sob nomes diferentes, tipo Dgindunka e Bandginka - a vontade seja mandá.lo ir buscar novas ideias.
Tudo contemplado no Saravá, qe vale a pena ouvir.
[ Experimentem perguntar.lhe " Onde é qe estavas no 25 de Abril de 74 ? ".. ]
Depois veio A Senhora. Cheia de vida na voz, com alguma imagem mais carregada e um peso de idade. Animou todos os escalões etários [ e qe me trouxe a agradabilíssima surpresa de poder encontrar.me na casa de banho com uma antiga professora de português de nome ridículo e " terrível ", em palavras não minhas ] e bebeu chá de perpétuas.
Ela cantou. Muito. Reuniu minimamente 40 anos de música ali à nossa frente qe partilhou connosco e qe ilustrou em ideias faladas.
E foi.se embora.
E voltou porqe nós pedimos. E disse assim:
Gal- Eu não tinha um bis programado. Qé qi qerem ?
Alguém 1- Gabriela !
Alguém 2,3,4 e 5- Índia ! !
Alguém 6- Meu Nome é Gal !
Gal- Ai é ? Coincidência ! Meu tambéim !
Acabou com a Gabriela, e a Índia à capela.
Gare do Oriente
Il y a 4 mois

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